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Britânica consegue ter filho após 18 abortos espontâneos

Domingo, 21.02.10

 

 

Uma mulher que sofreu 18 abortos espontâneos conseguiu realizar o sonho de se tornar mãe, após submeter-se a um tratamento especializado em Epsom, Londres. Angie Baker, de 33 anos, descreveu como um «pequeno milagre» a sua filha Raiya, que nasceu a 9 de Dezembro. «Parece um sonho. Ela é perfeita em todos os sentidos», disse Angie. Angie estava a tentar ter filhos desde os 20 anos de idade, mas todas as vezes que engravidou sofreu abortos espontâneos entre as cinco e oito semanas de concepção. «Emocionalmente, era uma montanha-russa. Todas as vezes que eu ficava grávida alimentava a esperança de que 'é agora'», contou. «No fundo, eu sempre pensei que era um problema pequeno que tinha cura.» Angie recebeu tratamento para um subtipo de leucócitos, os glóbulos brancos presentes no sangue e responsáveis pela defesa contra microrganismos.
Utilizando testes disponíveis apenas em Epsom, Liverpool e Chicago, o médico Hassan Shehata, do hospital da Epsom and St. Helier University, descobriu que Angie tinha uma alta incidência das chamadas células NK (do inglês «natural killers», ou seja, células exterminadoras naturais).
Essas células defensivas atacavam o feto, confundindo-o com um corpo estranho.
O médico, que supervisiona pacientes de diversas partes do mundo, disse que só conhecia, de leitura, um caso no qual uma mulher sofrera tantos abortos quanto Angie.
«Dezoito abortos espontâneos é um grande número. É mais fácil ter a sorte de ganhar na lotaria que o azar de ter 18 abortos espontâneos», comparou.
Segundo ele, os abortos espontâneos afectam uma em cada cinco mulheres grávidas. A hipótese de passar por essa situação duas vezes é uma em 25, e cinco vezes, uma em 15 mil.

In Diário Digital

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publicado por Associação Projecto Artémis® às 15:19


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projectoartemis Sandra Cunha, Psicóloga desde 2005 da Associação Projecto Artémis, tem vindo a desenvolver o seu trabalho desde essa data na área da Perda Gestacional. Em paralelo, acompanhou Manuela Pontes na Direcção da Artémis como Vice Presidente. Desde Junho de 2011 está como Presidente da Associação Projecto Artémis, procurando quebrar o silêncio, alienado o seu conhecimento técnico com o da realidade da perda de um filho. Perdeu um bebé em 2007, após 2 anos de trabalho como psicóloga da Artémis, o que lhe permitiu reunir à técnica o conhecimento árdua de ter vivido na pele a perda de um filho.

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