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"Gravidez não evolutiva dentro de mim!"

Quinta-feira, 01.04.10
Boa tarde, 
 
em Outubro de 2005 tive um aborto retido pelas 5/6 semanas, embora tenha tomado o cytotec, não fez qualquer efeito e fui submetida a uma curetagem. Após o 1º período fui à ginecologista que me disse que poderia voltar a tentar novamente, nesse mês engravidei e nasceu o meu filho. Foi uma gravidez normal, sem qualquer problema, apenas muita ansiedade.
No ano passado, em Agosto, e após consulta resolvi tentar uma nova gravidez, o positivo chegou com inicio do ano de 2010. Às 8 semanas fiz a 1ª eco, que indicava gravidez de 5 semanas, como tenho ciclos longos, houve alguma esperança. Uma semana depois repeti a eco, que indicava gravidez evolutiva de 6 semanas. Contudo, uma semana depois chegaram as dores, perdas de sangue e abortei expontaneamente, na altura do Carnaval.
Após o próximo período, irei à ginecologista para avaliar a situação.
A questão que tenho prende-se com o facto de falar ou não com a médica, em exames médicos específicos, para saber se existe algum problema. Psicologicamente (e fisicamente) é muito dificil passar por um aborto...mas o desejo de ter outro filho é muito grande.
 
O que devo fazer, em que posso pensar?
Obrigada por existirem,
Cumprimentos,
Susana

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publicado por Associação Projecto Artémis® às 11:49






Espaço de partilha com objectivo de diminuir a falta de informação técnica e emocional a mulheres que vivenciam o luto da perda de um bebé ao longo da gravidez, bem como quebrar o Pacto de Silêncio resultante de todo esse processo de luto na Perda Gestacional.


Direcção A-PA

projectoartemis Sandra Cunha, Psicóloga desde 2005 da Associação Projecto Artémis, tem vindo a desenvolver o seu trabalho desde essa data na área da Perda Gestacional. Desde Junho de 2011 está como Presidente da Associação Projecto Artémis, procurando quebrar o silêncio, alienado o seu conhecimento técnico com o da realidade da perda de um filho. Perdeu um bebé em 2007, após 2 anos de trabalho como psicóloga da Artémis, o que lhe permitiu reunir à técnica o conhecimento árdua de ter vivido na pele a perda de um filho.

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